Se toca! O lixo é nosso!
Vivemos em uma sociedade marcada pelo consumo crescente. Nas últimas décadas, a expansão da produção industrial, da urbanização e do consumo de bens ampliou significativamente a geração de resíduos sólidos em todo o mundo.
Vivemos em uma sociedade marcada pelo consumo crescente. Nas últimas décadas, a expansão da produção industrial, da urbanização e do consumo de bens ampliou significativamente a geração de resíduos sólidos em todo o mundo.
Reciclar é importante. E também necessário. No entanto, especialistas alertam que apenas separar resíduos não será suficiente para reduzir os impactos da crise climática. Nem da degradação ambiental.
O cálculo da cobrança de serviços de resíduos sólidos, sugerido pela ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), para os prestadores de água e esgoto que adotarem o cofaturamento, desconsidera as especificidades de contratos locais.
Excluir modelo significa condenar os detritos a aterros sanitários, opção menos adequada, e até a lixões Países que mais reciclam também são os que mais utilizam usinas que transformam o lixo em energia.
O descarte irregular de resíduos sólidos persiste em até nove em cada dez municípios brasileiros, apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Está aberta consulta pública referente à minuta de resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) que estabelece critérios e diretrizes para a regulamentação de grandes geradores de resíduos sólidos em âmbito municipal.
Prazo para contribuir com propostas que regulamentam índice de reciclabilidade e gestão de rejeitos vai até 11 de fevereiro.
Medidas asseguram a continuidade das metas para eletrônicos e impulsionam a governança dos sistemas de embalagens.
Brasil gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos no ano passado. Em 2024, o Brasil gerou 81,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos (RSU), registrando um crescimento de 0,75% em relação ao ano anterior.
De competência exclusiva dos municípios, os serviços de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos continuam sob responsabilidade da gestão municipal, abrangendo planejamento, fiscalização e regulação, mesmo quando terceirizado ou concedido à iniciativa privada.