A desuniversalização do saneamento
Uso da taxa de ocupação de domicílios no cálculo da cobertura de água e esgoto ameaça universalização Agência reguladora do setor já prevê cálculo que mede infraestrutura em vez de variável demográfica.
Uso da taxa de ocupação de domicílios no cálculo da cobertura de água e esgoto ameaça universalização Agência reguladora do setor já prevê cálculo que mede infraestrutura em vez de variável demográfica.
Estudo do Instituto Trata Brasil aponta que São Paulo alcançou 93% de cobertura de coleta de esgoto e superou a meta prevista pelo Marco do Saneamento.
Em meio a uma onda de baixo interesse do setor privado pelas últimas grandes licitações de saneamento, o governo de Rondônia tenta tirar do papel o leilão de sua concessão regional, que deverá gerar R$ 4,2 bilhões em investimentos para a universalização.
O saneamento básico deixou de ser apenas uma pauta de infraestrutura. Hoje, ele representa um dos principais indicadores da capacidade de gestão pública e do potencial de desenvolvimento econômico de um estado.
Até 2033, a cidade deverá contar com coleta e tratamento de esgoto para 90% da população e completa independência hídrica de Itajaí.
A presidente da companhia prometeu uma transição sem movimentos bruscos e disse que incorporação da Copanor está em estudo.
A Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) lançou edital para execução de obras civis e fornecimento de materiais; abertura das propostas ocorre em setembro de 2026.
O Recursos somaram R$ 112,6 bilhões, mas distribuição é desigual. Mais da metade desse valor foi destinada ao Sudeste.
Certame traz modelagem moderna. Pode atrair mais investidores e se diferenciar dos últimos leilões no setor. Enquanto isso, embate entre governo estadual e oposição pressiona o processo.
Associação aponta dúvidas sobre tarifas, metas de universalização e futuro da Copanor; presidente da companhia ressalta acordo para levar tratamento de esgoto a 273 municípios