Alckmin pede ajuda ao Governo Federal para enfrentar crise de água
Governador de SP pediu o estabelecimento de prioridade para o consumo humano e o fim da cobrança de impostos para empresas de saneamento.
Governador de SP pediu o estabelecimento de prioridade para o consumo humano e o fim da cobrança de impostos para empresas de saneamento.
A Sabesp mapeou os bairros da capital paulista que sofrem risco de desabastecimento de água. Na última sexta-feira (24), a companhia enviou ao Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mapas que destacam ao menos 183 áreas onde a pressão da rede é reduzida durante a noite, medida adotada pelo governo há meses para lidar com a crise hídrica no Estado. A zona sul e a zona norte são as mais afetadas com cerca de 45 pontos de risco em cada região.
A Solvay interrompeu a produção em algumas unidades no Brasil em meio à falta de água, expandindo a lista de empresas afetadas pela pior seca em São Paulo das últimas oito décadas.
Quase nove em cada dez paulistanos já esperam ficar sem água por longos períodos nos próximos meses. Segundo uma pesquisa feita pelo Datafolha, é a primeira vez que mais da metade da população de São Paulo enfrenta falta de água pelo menos uma vez no último mês.
Dilma Pena, presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), responsável por fornecer água e captar esgoto, disse ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que quer deixar o cargo.
A presidente da Sabesp, Dilma Pena, disse nesta quarta-feira durante seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Municipal de São Paulo
Uma das maiores referências para um fornecedor, seja ele nacional ou internacional, operar com as grandes empresas de saneamento no Brasil, é a obtenção do Atestado de Capacidade Técnica (ACT ) da Sabesp.
Serão finalizadas neste mês as obras de melhorias e ampliação da ETA (Estação de Tratamento de Água) Rio Grande, na Represa Billings, em São Bernardo. As intervenções aumentarão em 10% a capacidade de produção no equipamento, passando de 5.000 para 5.500 litros por segundo. O investimento aplicado pela Sabesp (Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo) é de aproximadamente R$ 22 milhões.
A Justiça Federal concedeu, nesta quinta-feira (9/10), liminar proibindo a Sabesp de retirar água da segunda parcela do volume morto do Sistema Cantareira. A ação civil pública foi ajuizada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo e o Ministério Público Federal, estabelecendo restrições e limites ao direito de uso pela SABESP das águas do Sistema Cantareira
SÃO PAULO - A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) informou nesta quinta-feira que, em setembro, 75% de seus clientes na Grande São Paulo reduziram o consumo de água. Com isso, a economia no sétimo mês de concessão de desconto de 30% (bônus) na conta, para quem economiza 20% ou mais de água, foi de 3,6 mil litros por segundo. Conforme a companhia, 49% dos imóveis alcançaram diminuição acima de 20%.