SABESP pode ser multada se não liberar mais água
Agência diz que medida de empresa paulista prejudica energia do país. Cesp e órgão do governo de São Paulo não comentaram; Rio nega risco de desabastecimento.
Agência diz que medida de empresa paulista prejudica energia do país. Cesp e órgão do governo de São Paulo não comentaram; Rio nega risco de desabastecimento.
A crise hídrica deixará uma marca profunda no balanço da Sabesp neste ano. A redução do consumo de água, os descontos para os consumidores e os gastos extraordinários decorrentes da estiagem vão reduzir receita, Ebitda (resultado operacional), margens e lucro da companhia. Analistas estimam que a empresa pode terminar o ano com queda de R$ 1,5 bilhão em sua receita líquida na comparação com 2013.
Em meio à estiagem que afeta o Sudeste brasileiro, a Companhia Energética de São Paulo (Cesp), controlada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB), tem liberado na usina hidrelétrica do Rio Jaguari, entre as cidades de Jacareí e São José dos Campos, um terço do volume de água determinado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que controla a geração de energia no Brasil. Essa é a primeira vez que uma usina descumpre uma determinação do órgão federal.
Inquérito instaurado pelo MPE indica que 10% dos equipamentos vistoriados por amostragem pelos bombeiros têm condições de uso
Segundo a empresa, o homem, que seria terceirizado, teria confessado o crime; ele foi preso nesta segunda
Vereadores pretendem investigar o contrato firmado entre a empresa, responsável pelo abastecimento de água, e a Prefeitura de São Paulo; desde o começo do ano, a capital paulista e outras cidades vivem uma crise no fornecimento de água; "Vamos apurar o atual contrato, porque entendemos que ele não está sendo cumprido", disse o vereador Laércio Benko (PHS), autor do requerimento que propôs a CPI
A Câmara de Taubaté vota hoje, em sessão extraordinária, projeto de autoria do prefeito Ortiz Junior (PSDB) que ratifica acordo firmado em 2010 para parcelamento de dívida da prefeitura com a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).
Após pedir aos órgãos reguladores autorização para retirar uma segunda cota do volume morto do Sistema Cantareira, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) admitiu que a recuperação do principal manancial paulista pode levar três anos.
A licitação de uma obra de R$ 51,5 milhões da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo S.A. (Sabesp) contra a crise hídrica paulista foi considerada irregular pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). O órgão resolveu multar dois dirigentes da estatal.
Principal fornecedor de água à população da Grande São Paulo, o Sistema Cantareira teve uma sequência de quedas no nível das suas represas - e o panorama já é considerado a pior crise da história na região. A rede, na sua totalidade, é responsável pelo abastecimento de 8,1 milhões de habitantes, população quase seis vezes maior do que o número de habitantes de Porto Alegre.