Norius Io e a Transformação Digital no Saneamento Básico: Eficiência, Monitoramento e Inovação | NETZSCH do Brasil
No cenário atual, o saneamento básico tem se tornado um dos setores mais desafiadores e estratégicos em infraestrutura e saúde
04/06/2026
Para facilitar a procura de artigos técnicos em nosso acervo, categorizamos da seguinte maneira:
• Drenagem e Hidrologia
• Leis e Afins
• Meio Ambiente
• PPP e Concessões
• Resíduos e Energia
No cenário atual, o saneamento básico tem se tornado um dos setores mais desafiadores e estratégicos em infraestrutura e saúde
Poluentes emergentes são substâncias com potencial para causar câncer e infertilidade humana, mas seu monitoramento em águas de abastecimento público
O Brasil inicia 2026 com indicativos de estiagens prolongadas e risco de instabilidade no abastecimento de água. A Engeper Ambiental
Pequenos produtores rurais do Distrito Federal estão colhendo resultados positivos com a implantação de fossas biodigestoras em suas propriedades rurais.
Diariamente, um adversário insidioso e muitas vezes ignorado emerge silenciosamente de nossos resíduos, tecendo uma rede de contaminação que ameaça
A fixação do homem nas regiões do planeta tem acontecido em função de disponibilidade de elementos necessários à sua sobrevivência.
Ao tratar o uso de poços como prática irregular por princípio, a medida ignora o arcabouço legal existente, desconsidera evidências
A pesquisa ativa de vazamentos é uma enorme vantagem quando usada com sabedoria.
Ele serve como um recurso valioso para gestores públicos e profissionais do setor de saneamento básico, oferecendo insights sobre como
A remoção de poluentes da água tornou-se uma prioridade imediata diante do aumento da pressão sobre os recursos hídricos causado
O debate sobre gestão de resíduos sólidos urbanos no Brasil precisa avançar para além de simplificações ideológicas e falsas oposições entre tecnologias. O artigo O lixo nosso de cada dia: futuro dos resíduos não está nas chaminés, publicado recentemente pelo Correio Braziliense.
Durante décadas, debater a infraestrutura brasileira significava concentrar atenções na matriz energética, na malha rodoviária ou na eficiência logística de portos e aeroportos. O saneamento básico – o acesso à água tratada e a gestão de efluentes – permanecia relegado a uma pauta operacional de baixa visibilidade técnica.