Orizon adquire 51% da Oeste Ambiental
A Orizon Valorização de Resíduos informou que foi realizada por sua subsidiária Orizon Meio Ambiente (OMA), a aquisição de 51%
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A Orizon Valorização de Resíduos informou que foi realizada por sua subsidiária Orizon Meio Ambiente (OMA), a aquisição de 51%
Com o tema “Gestão Sustentável de Resíduos Sólidos: Construindo Cidades Inteligentes”, a iniciativa é a combinação de dois eventos distintos
Parte do investimento é feito por meio do Fundo Clima, no montante equivalente a R$ 12,6 milhões com taxa fixa
No último dia 19 de março, a Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA) editou norma de referência específica para
O procedimento é obrigatório para todas as empresas e indústrias que, no ato de produção e venda, colocam no mercado
O executivo foi direto ao dizer que, após 2031, não há mais como ampliar o local. Diante disto, a coleta
O biogás resulta da decomposição do material orgânico. O biometano, por sua vez, advém do processo de purificação do biogás,
O resíduo sólido urbano (RSU) é uma massa heterogênea de materiais, biodegradáveis e não biodegradáveis, perigosos e não perigosos, solúveis
O contrato tem custo estimado de R$ 1,314 bilhão para bancar o serviço durante 2 anos –podendo ser renovado por
Operando cinco instalações de biomassa, incluindo uma em Thetford, East Anglia, a empresa emprega os resíduos de aves como combustível
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”