Casal trabalha para restabelecer abastecimento no Sertão
Problema eletromecânico na captação Salgado
Problema eletromecânico na captação Salgado
Os principais problemas observados, segundo o gerente, são nos bairros Vista Alegre e Nações. Como são bairros altos, há um problema de pressão para fazer a água chegar até lá e a alternativa para que isso aconteça é fechando o registro dos lugares baixos, como a partir da rua 29 de Julho. Daí o motivo pela também frequente falta de água em bairros como Nazaré.
As fortes chuvas que caíram na cidade nos últimos 30 dias são a justificativa da empresa para a troca da tubulação da adutora de água tratada do bairro João Paulo II, região central de Sumaré. Nas últimas 72 horas, a cidade registrou 60 mm de chuva, segundo a Defesa Civil Regional.
"Esses dias estava olhando pela janela e as ratazanas atacaram um pombo que estava no chão; carne fresca, né?", conta Evangelista Costa, 62, dono de uma vendinha à beira do Canivete, abrindo os braços para mostrar o tamanho dos animais.
Em nota, a Companhia Espírito Santense de Saneamento (Cesan) informou que a decisão depende da análise dos dados pelo comitê hídrico governamental. “Esses dados estão sendo coletados em campo”, diz a nota enviada no domingo (18).
O método tradicional de transformar água do mar em água potável é aquecê-la e depois recolher a água evaporada como um destilado puro. Isso demanda uma grande quantidade de energia, mas torna-se algo factível se combinado com usinas industriais que produzem calor em seu funcionamento normal.
Explicou que os serviços devem está concluído em um prazo de três meses, cumprindo as normas do contrato emergencial e os serviços serão realizados em dez cidades do Estado incluindo Maceió e Arapiraca.
O projeto foi aprovado pela Comissão de Constituição, Justiça e Redação no último dia 2 de setembro, e tramita pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Finanças, Orçamento e Planejamento.
O representante da Aliança pela Água – rede que reúne mais de 60 entidades não governamentais ligadas à questão hídrica –, João Ramirez, explicou que o grupo foi formado há um ano para discutir o problema em São Paulo. Entre as discussões e estudos feitos, a Aliança propõe formas para enfrentar a crise e uma nova cultura para o uso racional da água.
A projeção de chuvas e da afluência (água que entra na represa) para o mês de setembro no Sistema Cantareira indica que os reservatórios devem iniciar outubro em condições piores do que em 2014. Segundo modelo criado por professores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp), no melhor cenário – chovendo 25% acima da média para o mês – o Cantareira terá 11,1% de seu volume total, considerando a água do volume morto. Em outubro do ano passado, tinha 17,1%.