24 capitais ganham Centrais de Logística Reversa de Eletroeletrônicos
A implementação e gestão do processo de logística reversa visa garantir a destinação final ambientalmente correta a 100% dos produtos pós-consumo descartados pela população.
A implementação e gestão do processo de logística reversa visa garantir a destinação final ambientalmente correta a 100% dos produtos pós-consumo descartados pela população.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi promulgada no Brasil em 2010 determinando que o setor público e privado realize a gestão de resíduos, de forma transparente, evitando que esses materiais sejam destinados incorretamente.
O objetivo do presente trabalho foi avaliar a gestão dos resíduos sólidos perigosos gerados na atividade de refinarias de petróleo no Brasil, descrevendo processos, caracterizando a geração dos mesmos em cada etapa do refino e avaliando técnicas de tratamento e de destinação final.
Depois de Belo Horizonte, na última semana, agora será a vez de Montes Claros, no Norte de Minas, receber uma Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos.
A pressão social para a destinação adequada de resíduos, vem ganhando força de lei em diversos países e um papel cada vez mais relevante na estratégia empresarial.
No próximo dia 31, a startup Central de Custódia, empresa que atua desde 2021 como verificador independente dos resultados da logística reversa de embalagens no Brasil, realizará seu primeiro evento voltado para discutir temas relativos ao segmento de reciclagem no País.
Dados do The Circularity Gap Report 2022 mostram cenário preocupante com índice de circularidade global em apenas, 8,6%.
As empresas já reconhecem a importância da logística reversa. Com essa estratégia elas inovam com base em ações sustentáveis e tem muitos benefícios.
A Associação Brasileira de Recuperação Energética de Resíduos (ABREN) estima que tenham sido investidos R$ 150 milhões em usinas de combustíveis derivados de resíduos (CDR) em 2021.
O Brasil mantém altas produções de diversas culturas, dentre elas o melão na região Nordeste que vem se destacando devido ao grande consumo de agrotóxicos, tornando-se um dos maiores consumidores, com o objetivo de assegurar as altas produções, o que justifica o valor gasto na compra dos produtos fitossanitários, movimentando o mercado brasileiro de defensivos agrícolas no ano de 2021, que foi em torno de R$ 768,4 bilhões.