Debate ambiental é urgente no Brasil
O Congresso tem a obrigação de tratar as questões do setor com mais celeridade. Não faltam desafios a serem enfrentados.
O Congresso tem a obrigação de tratar as questões do setor com mais celeridade. Não faltam desafios a serem enfrentados.
Uma das questões que envolvem planejamento e na qual a iniciativa privada investe é a redução de perdas de água, hoje o principal problema de gestão das empresas de saneamento.
A previsão da companhia é a de que 100% do esgoto produzido na cidade seja encaminhado para tratamento até 2020.
O Programa de Gestão Integrada das Águas e da Paisagem é financiado pelo Banco Mundial e o investimento estimado é de US$ 323 milhões (R$ 1 bilhão), a ser realizado em 5 anos.
Com o PAC, desde sua primeira edição, o saneamento básico foi listado como uma prioridade da infraestrutura nacional.
A cada eleição vemos ferrenhas discussões sobre o tema, usualmente ancoradas em um simplório binário "a favor ou contra" a privatização.
Só três cidades com mais de 600 mil habitantes tem tratamento universalizado no país. São José dos Campos é a primeira de São Paulo a atingir esse resultado.
O convite para sobrevoar a região partiu do biólogo Mário Moscatelli da ONG Olho Verde, que há mais de 20 anos monitora a degradação do meio ambiente na região.
Três companhias de saneamento estão participaram do Programa de Parceria de Investimentos (PPI).
O estudo ainda constatou que, apesar de o projeto já estar atrasado há dois anos, a parceira privada - Odebrecht Ambiental - não teve sua receita diminuída; podendo, portanto, embolsar um lucro indevido.