Tóquio é uma das cidades que menos desperdiça água no mundo
Uma das cidades mais populosas do mundo consegue ser também uma das que menos desperdiçam água. O correspondente Márcio Gomes
10/06/2026
Drenagem é o ato de escoar as águas de terrenos encharcados por meio de tubos, túneis, canais, valas e fossos, sendo, possível, recorrer a motores como apoio ao escoamento.
Os canais podem ser naturais (córregos) ou artificiais (de concreto simples, concreto armado ou gabião). Os sistemas de drenagem podem ser urbanos ou rurais e visam a escoar as águas de chuvas e evitar enchentes
Uma das cidades mais populosas do mundo consegue ser também uma das que menos desperdiçam água. O correspondente Márcio Gomes
O ambientalista e presidente do MDV (Movimento em Defesa da Vida do Grande ABC), Virgílio Alcides de Farias, alertou que
Embora as condições climáticas tenham forte influência sobre a disponibilidade hídrica, o problema da escassez de água na região metropolitana
Essa obra tem como benefício a ampliação do número de residências conectadas ao sistema de tratamento de esgoto de Mauá.
No segundo debate televisivo realizado com os candidatos ao governo de São Paulo, Rodrigo Tavares (PRTB) afirmou que o estado
O sistema é essencial para dar vazão à água da chuva, evitar enchentes e deslizamentos na cidade.
Um problema que poderia ser evitado, se as concessionárias de saneamento investissem mais na expansão dos sistemas de tratamento de
A Grande SP gasta, atualmente, 15% menos água do que em 2013, período pré-crise hídrica, segundo a Sabesp.
Você que é estudante de engenharia ou já é um profissional formado, precisa ficar atento as informações que obtivemos no
A prefeitura de Saltinho (SP) concedeu por 30 anos o serviço de água e esgoto da cidade para a Companhia
A paixão aflorada pelo futebol e o prazer de completar os álbuns de figurinhas, populares em anos de Copa do Mundo, podem estar por trás da intensificação de um problema ambiental de difícil solução.
Enquanto redijo este texto, Minas Gerais conduz a etapa decisiva da desestatização da Copasa, operação que pode movimentar de R$ 8 a R$ 10 bilhões. O modelo segue o trilho aberto pelo Rio Grande do Sul com a Corsan e por São Paulo com a Sabesp: oferta a um investidor de referência, modernização de contratos com municípios titulares e ancoragem nas metas do Novo Marco do Saneamento.