Governança integrada visa ampliar investimentos em água, esgoto e resíduos no interior do AM
O Governo do Amazonas está implantando um novo modelo de governança para garantir maior eficiência na gestão e impulsionar investimentos
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
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Garantir água limpa é essencial para a vida, a saúde pública e o desenvolvimento sustentável. No entanto, poucos param para
Este artigo fala sobre o tratamento de águas residuárias no Brasil, focado em tecnologias, vantagens e desafios ligados ao tratamento
O descarte inadequado de medicamentos no meio ambiente é um problema crescente, com impactos negativos tanto para a saúde pública
O Espírito Santo será palco de um projeto inovador no Brasil: a implantação de uma Estação Produtora de Água de
Estão sendo investidos pela Sabesp um total de R$ 28 milhões na solução de um problema histórico de emissão de
São Carlos foi escolhida pelo governo do Estado como projeto piloto do programa Universaliza SP, uma iniciativa que busca ampliar
Entretanto, o acesso a um saneamento básico de qualidade só caminhou para se tornar um direito constitucional em 2025.
As inovações trazidas pelo marco do saneamento destravaram projetos de concessão que, somados, preveem mais de R$ 370 bilhões em
A crise global da água e a crescente demanda por práticas sustentáveis exigem soluções inovadoras. De acordo com a Fundação
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”