Inovações sustentáveis para tratamento de águas residuais
O objetivo foi investigar alternativas tecnológicas sustentáveis para o tratamento de águas residuais, bem como a atuação dos engenheiros químicos
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
O objetivo foi investigar alternativas tecnológicas sustentáveis para o tratamento de águas residuais, bem como a atuação dos engenheiros químicos
O sistema de lodos ativados é amplamente utilizado, mas enfrenta desafios como complexidade operacional e baixa eficiência na remoção de
A carne suína é amplamente consumida na culinária mundial, o que impulsiona sua produção em larga escala.
O levantamento foi baseado em metodologias aplicadas em estados como São Paulo, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande
O governador Tarcísio de Freitas e o CEO da Sabesp, Carlos Piani, anunciaram naa terça-feira (18), em Santos, um pacote
O presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb), Luis Antonio Reis, participou do programa CB.Poder, parceria do
A prefeitura e o DAE (Departamento de Água e Esgoto) de Americana avaliam a possibilidade de conceder os serviços de
A transição foi acompanhada por representante da Prefeitura de Concórdia e da atual concessionária, Casan, com atividades na Estação de
A poluição da água, intensificada por emissões industriais, práticas agrícolas e urbanização, é uma preocupação crescente. Abordagens inovadoras de tratamento
As regiões Norte e Nordeste despontam como novas fronteiras para o setor privado de saneamento em 2025. Juntas, as duas
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”