Gêmeos Digitais em Tratamento de efluentes
Por definição, gêmeos digitais são modelos virtuais que buscam representar de maneira precisa um determinado processo físico, sendo estes modelos
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Por definição, gêmeos digitais são modelos virtuais que buscam representar de maneira precisa um determinado processo físico, sendo estes modelos
De início, cumpre anotar que o novo Marco Regulatório do Saneamento Básico, a Lei 14.026/2020, impôs: 1) modificações gerais para
A falta de acesso à água potável e sistemas adequados de tratamento de esgoto pode levar a uma série de
Entra governo, sai governo, e o desafio de despoluir o Rio Pinheiros, na capital paulista, continua, apesar dos avanços dos
Este estudo possibilitou caracterizar o perfil das internações hospitalares no Amazonas, mostrando que as condições de saúde estão ligadas a
Este estudo objetivou identificar a importância do tratamento dos efluentes hospitalares como forma de minimizar os impactos à saúde da
Local: Estação de Tratamento de Águas Residuais (PTAR) da cidade de San Lorenzo – Assunção – Paraguai.
O objetivo é contribuir com a redução do uso de água potável para fins não nobres ou sem necessidade deste
Em conclusão o presente trabalho trata-se de uma revisão bibliográfica que tem como objetivo identificar as tecnologias que são utilizadas
É preciso superar preconceitos. No atual ritmo, é certo que não chegaremos à universalização só com o investimento público, mas
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”