Lodo de esgoto, biossólidos e fontes biológicas
Os biossólidos são produzidos assim que o lodo passa por um tratamento para remover os patógenos e criar um produto
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
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O presente trabalho se propõe a esmiuçar as discussões debatidas pela Organização das Nações Unidas (ONU), no qual o Brasil
O artigo analisa o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) na provisão de saneamento básico no
O objetivo do presente artigo é analisar alguns aspectos do novo marco legal do saneamento básico, no contexto da gestão
Dentre os processos biológicos de tratamento de odores, os biofiltros, em suas mais diversas configurações, apresentam alta eficiência.
O presente estudo objetiva avaliar a rota proposta para o tratamento do lixiviado do aterro sanitário intermunicipal dos municípios de
A SIGMA foi a responsável pela realização do projeto e da reforma propriamente dita de quatro removedores de lodo retangulares
Deste modo, visando entender a diferença da situação do saneamento básico entre a região Norte e Sul do país, foram
Este trabalho quantificou a ocorrência de bactérias resistentes aos antibióticos ampicilina e cloranfenicol no esgoto bruto (EB), no efluente tratado
Compreender a variação no acesso à água e saneamento em unidades de segundo nível administrativo (por exemplo, distritos e condados)
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”