Modelagem da remoção de sólidos suspensos por Barreiras flutuantes em reservatórios de água
Cortinas ou barreiras de redução de turbidez foram idealizadas para conter plumas de sólidos suspensos em corpos d’água.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Cortinas ou barreiras de redução de turbidez foram idealizadas para conter plumas de sólidos suspensos em corpos d’água.
O saneamento básico é de suma importância para o bem-estar e manutenção dos recursos naturais da população brasileira.
Realizou-se o levantamento de dados acerca do saneamento básico e da incidência de doenças de veiculação hídrica.
O objetivo do presente trabalho é apresentar uma breve revisão de literatura sobre a relação entre a saúde ambiental e
O estudo objetivou analisar os efeitos do saneamento básico precário na interferência para o aumento do quadro epidemiológico de uma
Os serviços de saneamento básico são fundamentais para a promoção da qualidade ambiental e da saúde das populações.
O objetivo deste trabalho foi diagnosticar a situação da prestação destes serviços de saneamento em quatro municípios localizados na região
Este artigo investiga o efeito do saneamento sobre educação através do método de variáveis instrumentais.
O presente estudo aborda como a condição de saneamento básico nas grandes cidades influencia na qualidade das águas de rios
O objetivo do presente trabalho consiste em apresentar a evolução dos níveis de mortalidade infantil, analisar seu comportamento e correlacionar
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”