Itapoá Saneamento investe em obras para a construção do Sistema de Esgotamento Sanitário
A Prefeitura Municipal de Itapoá (SC) recebeu em Janeiro de 2023 a Licença Ambiental de Instalação (LAI), concedida pelo Instituto
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
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Ademais, esse tipo de atividade gera efluentes com elevadas cargas orgânicas, o que pode comprometer o desempenho operacional de estações
Esse trabalho visa analisar os ganhos da operação – através da telemetria das pressões, do volume e das correntes –
O tratamento de seus efluentes é fundamental antes de seu lançamento em corpos hídricos. O objetivo deste trabalho é testar
O que indica que o setor vem avançando desde a entrada em vigor do Marco Legal do Saneamento, há quase
O presente estudo teve como objetivo a remoção de cor de efluente têxtil por meio dos tratamentos UV-C e UV-C/H2O2
Os lodos gerados em estações de tratamento de efluentes industriais geralmente passam por alguns processos de tratamento antes de serem
O objetivo deste estudo é propor soluções de esgotamento de forma que sejam adequadas à realidade da comunidade rural no
O objetivo deste artigo é analisar a sustentabilidade energética, econômico-financeira e operacional da implantação de secador térmico em estação de
Até esta data, 99% da população, em todo o país, já deverá estar sendo atendida com abastecimento de água potável
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”