Qual a composição do Sistema de Tratamento MBR?
MBBR é a sigla para Moving Bed Biofilm Reactor, ou seja, Reator de Biofilme em Leito Móvel. Trata-se de uma
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
MBBR é a sigla para Moving Bed Biofilm Reactor, ou seja, Reator de Biofilme em Leito Móvel. Trata-se de uma
A água residual da indústria extratora de óleo de bagaço de azeitona (IEOBA) é considerada como uma das mais tóxicas
MBBR é a sigla para Moving Bed Biofilm Reactor, ou seja, Reator de Biofilme em Leito Móvel. Trata-se de uma
Lodos ativados são um tipo de tratamento biológico de efluentes que utiliza microorganismos aeróbios para degradar matéria orgânica da água.
Este artigo analisa os efeitos da entrada em operação de investimentos em saneamento sobre indicadores de morbidade hospitalar nos municípios
Com a Eletrodiálise Reversa (EDR) estamos falando de recuperar de até 95% do volume tratado e 98% de redução da
Sendo assim, o presente trabalho tem por objetivo avaliar, por meio de um levantamento bibliográfico, a aplicabilidade do lodo de
O trabalho teve como objetivo analisar as etapas e os impactos ambientais de efluentes industriais provocados pelo frigorífico.
O objetivo desta pesquisa foi analisar a influência do cultivo de manjericão limoncino em solo pouco fértil irrigado com esgoto
Deste modo, com o intuito de verificar os contrastes no cenário do saneamento básico entre as regiões Norte e Sul
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”