Contrato de desobstrução de esgotos por desempenho
Este trabalho apresenta as principais características do Contrato de Desobstrução de Esgotos por Desempenho para o atendimento às necessidades da
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
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Entre 2% e 3% do consumo de energia do mundo são usados nos Sistemas de Abastecimento de Água e de
Tecnologias avançadas têm auxiliado a superar os diversos desafios no gerenciamento do lodo proveniente de estações de tratamento de efluentes
Neste estudo focaremos nos resultados obtidos com os quatro tipos de bombas que a Empresa já adotou em elevatórias de
Este trabalho tem por finalidade avaliar o desempenho operacional do aerador mecânico superficial tipo escova rotativa de eixo horizontal em
O presente trabalho irá apresentar o modelo aplicado no projeto seus resultados, operacionais e de gestão de ETE da Sesamm
O reator anaeróbio híbrido de fluxo ascendente combina os conceitos de reatores anaeróbios de manta de lodo
(UASB) com filtros
Em virtude de tais fatos, a demanda de desenvolvimento viável e mais sustentável por tratamentos de efluentes tem sido cada
Neste contexto, foi aplicado a previsão de crescimento populacional em uma sub-bacia de esgotamento sanitário em um município do interior
O estudo foi realizado para as fases de construção e operação das ETE. A unidade funcional definida foi 1,0 m3
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”