Doenças Relacionadas ao Saneamento Ambiental Inadequado no Brasil
Atividades antrópicas que alteram o meio ambiente, associadas à ausência ou inadequação de saneamento, podem levar ao aumento da incidência
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Atividades antrópicas que alteram o meio ambiente, associadas à ausência ou inadequação de saneamento, podem levar ao aumento da incidência
É a maior obra de saneamento básico da cidade que se soma às outras frentes de obras em Ponta Negra,
Para tanto, este trabalho tem por objetivo avaliar a eficiência de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) na redução
O Brasil tem conseguido evoluir em alguns aspectos previstos no Novo Marco Legal do Saneamento, mas ainda existem discussões que
Este artigo apresenta uma revisão bibliográfica da história do saneamento básico no Brasil e sua regulação.
O Brasil deve viver uma revolução na área do saneamento básico nos próximos anos, com medidas que deverão ajudar a
No Município em questão, 100% da população possui acesso à água, 93,9% dos cidadãos possuem coleta de esgoto e desse
Este estudo objetivou identificar a importância do tratamento dos efluentes hospitalares como forma de minimizar os impactos à saúde da
O estudo teve como objetivo a caraterização de lamas de diferentes ETAR ́s, no seu estado original e tratadas com
O presente estudo busca avaliar o efeito das concessões do serviço de saneamento básico sobre a prestação de serviços de
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”