Toxicidade do efluente e consumo hídrico e energético no tingimento de poliamida
O estudo concentrou-se na determinação do consumo hídrico e energético durante o tingimento da poliamida, bem como na avaliação do
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
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Diante da inexistência deste instrumento, o presente trabalho teve como objetivo precípuo elaborar uma proposta de Plano de Gerenciamento de
O presente trabalho visa fornecer subsídios para criação e elaboração de um programa de implantação do tratamento
O presente texto dissertativo, que tem como pano de fundo uma análise sobre o Plano Municipal de Saneamento Básico como
Objetivou-se com este trabalho, realizar uma análise dos métodos de tratamento de efluentes utilizados para remoção e degradação do antibiótico
Portanto, o objetivo do presente artigo é realizar uma revisão sistemática sobre a absorção de íons fosfato de efluentes utilizando
Os resultados do efluente frigoríficos mostram que a aplicação de ozônio apresentou melhor remoção de cor alcançando 100% e turbidez
Dentre os contaminantes, a grande quantidade de atividades industriais responsáveis pela geração de efluentes oleosos destaca-se pelos seus impactos causados
Diante deste contexto, este artigo técnico alerta para os contaminantes presentes em esgotos, dejetos animais e efluentes agroindustriais, assim como
Com base nos resultados obtidos, a regressão linear resultou na combinação de 1,3 A e 18 min, com custo operacional
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”