Tecnologias sociais em saneamento para habitações de interesse social rural em Vianópolis/GO
Diante de tais fatores, o objetivo geral deste trabalho foi identificar tecnologias sociais adequadas para o saneamento rural.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Diante de tais fatores, o objetivo geral deste trabalho foi identificar tecnologias sociais adequadas para o saneamento rural.
O objeto deste estudo foi a Política Nacional de Saneamento Básico. O Objetivo geral foi avaliar a situação de saneamento
O saneamento básico é fator preponderante na relação do meio com a saúde e bem-estar da população em vários âmbitos.
O objetivo desse estudo foi descrever sobre saneamento básico e a problemática do esgoto despejado na Orla do Município de
O objetivo deste trabalho foi avaliar as condições do saneamento básico e a sua associação com a prevalência de casos
Em aterros para RNP e exclusivamente com o intuito de promover o processo de degradação biológica dos resíduos, é permitida
Ao longo da história, a relação com saneamento básico esteve quase sempre ligada à transmissão de doenças.
O sistema de tratamento da cidade de OG, em Israel, recebe parte do esgoto gerado na cidade de Jerusalém.
Neste contexto, o presente trabalho visou determinar o potencial de produção de biogás a partir da codigestão de Resíduos Sólidos
Esse artigo tem por objeto o estudo da regulação brasileira no setor de saneamento básico, ressaltando a evolução nesses últimos
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”