Análise de custos para a redução de odor na estação de tratamento de esgoto Parque Atheneu (Goiânia/GO)
Este trabalho tem como objetivo realizar o levantamento dos custos de implantação e operação de duas tecnologias, além de observar
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Este trabalho tem como objetivo realizar o levantamento dos custos de implantação e operação de duas tecnologias, além de observar
Foram analisados alguns parâmetros dos efluentes na entrada e na saída das ETEs que recebem águas residuárias de redes unitárias
O presente trabalho teve como objetivo conhecer a opinião dos moradores sobre o abastecimento de água e coleta de esgoto
O presente trabalho relata uma avaliação da remoção do nitrogênio nas formas Amoniacal e NTK em uma Estação de Produção
Esse trabalho busca avaliar, a aplicação de novas tecnologias nos processos de escavação e compactação de valas na execução de
Este projeto realizou avaliação da viabilidade e os benefícios do reuso de efluente sanitário tratado na manutenção de rede coletora
Este trabalho tem como objetivo avaliar o desempenho e a eficiência da ETE Luzerna utilizando como indicadores os parâmetros físicos,
A estação tem um sistema bastante completo com o tratamento anaeróbio seguido do sistema aeróbio de tratamento por lodos ativados,
Este trabalho tem como objetivo avaliar o grau de deterioração de uma estação de tratamento de esgotos fornecendo subsídios técnicos
Este trabalho teve como objetivo, realizar uma análise quantitativa e qualitativa do biogás gerado na ETE Piçarrão, unidade que atualmente
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”