Análise de viabilidade de sistemas que aumentem a eficiência energética de estações de tratamento de esgoto
Nesse contexto, tem surgido uma série de métodos que permitem aliar o tratamento de esgoto urbanos ao aproveitamento energético.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza
Nesse contexto, tem surgido uma série de métodos que permitem aliar o tratamento de esgoto urbanos ao aproveitamento energético.
Objetividade de realizar uma análise da influência em ambientes degradados do esgotamento sanitário pode ocasionar na qualidade da água de
Modelo da ETE São Miguel e simulada uma unidade local de geração em termoelétrica. Analisa de forma preliminar a viabilidade
Diante disso, este trabalho objetiva avaliar os impactos ocasionados aos usuários devido a prestação ineficiente do serviço de tratamento de
Promovida há 31 anos consecutivos pela AESabesp – Associação dos Engenheiros da Sabesp, a Fenasan – Feira Nacional de Saneamento
A empresa de abastecimento de água do Crato vem enfrentando uma série de transformações no sentido de profissionalizar, modernizar, a
O presente trabalho objetiva avaliar a eficiência dos sistemas individuais de tratamento de esgotos domésticos implantados na área rural do
O presente estudo é uma pesquisa bibliográfica desenvolvida a partir de um levantamento em artigos, periódicos e sites.
Estudou-se a capacidade de remoção de contaminantes emergentes em estação de tratamento de esgoto que emprega o método MBR (biorreator
O presente trabalho tem como objetivo geral avaliar o sistema de esgotamento sanitário da zona urbana de Monte Carmelo-MG, a
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”