Avaliação do húmus de minhoca como inoculante no processo de compostagem de resíduos orgânicos
Tratamento de resíduos sólidos orgânicos por meio da compostagem, mediante a utilização de reatores aeróbios providos de húmus como inoculante.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
Tratamento de resíduos sólidos orgânicos por meio da compostagem, mediante a utilização de reatores aeróbios providos de húmus como inoculante.
Produção de biogás através da co-digestão anaeróbia de lixiviado de aterro sanitário e esgoto sanitário uso da metodologia ProKnow-C foi
Portanto, o presente trabalho teve por objetivo caracterizar os resíduos sólidos não perigosos gerados nas dependências das Escolas de Engenharia.
Verificou-se que o glicerol utilizado possui potencial para ser utilizado como substrato orgânico, apresentando resultados semelhantes e até melhores do
Co-digestão de lodo secundário de esgoto com resíduos provenientes de biocombustíveis da produção de etanol.
Resumo Embora, nas últimas décadas, haja uma representativa melhoria da qualidade de vida nos grandes centros urbanos do país, constata
Modelo da ETE São Miguel e simulada uma unidade local de geração em termoelétrica. Analisa de forma preliminar a viabilidade
Os briquetes apresentaram excelente aspecto visual, qualidade e combustibilidade. Durante a combustão dos briquetes dos dois resíduos.
Objetividade de entender a quantidade de resíduos da construção civil gerada no município de Campinas, evidenciar se são reciclados, bem
Visando ampliar a utilização de materiais reciclados, neste trabalho, foi avaliada a substituição do polímero acriconitrila-butadieno-estireno (ABS).
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”