Biogás: aproveitamento energético e gestão ambiental em aterro sanitário
O presente trabalho propõe avaliar a viabilidade econômica do aproveitamento energético do biogás do aterro sanitário do Consórcio de Andradas-MG,
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
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Diante deste contexto, a presente pesquisa tem por objetivo avaliar a aplicação da economia circular no gerenciamento dos resíduos sólidos
Desse modo, o objetivo dessa pesquisa foi realizar o diagnóstico do gerenciamento de resíduos sólidos em um empreendimento misto de
O óleo de cozinha elemento de discussão do presente artigo após a sua utilização pode se transformar em um outro
O presente trabalho visa a avaliar a influência da adição de glicerol na geração de biogás a partir dos resíduos
A pesquisa apresenta dados referentes à produção do biogás a partir da decomposição da matéria orgânica, com a proposta de
Neste estudo, avaliou-se a integração da compostagem e vermicompostagem na bioestabilização de resíduos sólidos verdes urbanos, utilizando-se água residuária da
Este trabalho tem como objetivo analisar o uso do biogás gerado nos aterros sanitários, contribuindo para a redução de gases
A acelerada escassez de recursos, o aumento da poluição e a demasiada emissão de gases do efeito estufa contribuem diretamente
Os altos níveis de poluição e escassez de combustíveis fósseis têm acelerado a demanda pela consolidação de tecnologias de energia
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”