Investimentos já ampliaram em 14% a eficiência do tratamento de esgoto em Paracatu/MG
A melhoria ocorreu ao longo dos últimos dois anos, depois da aquisição de 14 aeradores para a Estação de Tratamento
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A melhoria ocorreu ao longo dos últimos dois anos, depois da aquisição de 14 aeradores para a Estação de Tratamento
Critérios como abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto, manejo de resíduos sólidos e drenagem urbana eficiente são considerados.
Matéria publicada pelo The Times mostra que alertaram as famílias de que suas contas de água podem aumentar em até
A CASAN projeta R$78,6 milhões em investimentos nos serviços de água e esgoto em 16 municípios da Serra Catarinense.
No sistema de abastecimento de água são cerca de R$ 30 milhões investidos, e mais R$ 64 milhões vêm sendo
Agora, no novo edital, a empresa vencedora do contrato terá prazo de 17 meses para concluir a obra, assim que
As obras incluem a implantação de 7.180,09 metros de rede coletora e 680 ligações domésticas de esgoto.
O contrato com a CASAN já venceu a Administração Municipal está realizando os levantamentos necessários para garantir que a licitação
O primeiro encontro foi realizado na sexta-feira (16) em Caucaia, município com previsão de investimentos na ordem dos R$ 672
Os recursos são oriundos de empréstimos provenientes da Caixa Econômica Federal (CEF) e do Banco do Estado do Espírito Santo
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”