Cidade de Petrópolis/RJ ainda precisa avançar em investimento para tratamento de esgoto
Ranking do Saneamento mostrou que Petrópolis atingiu a maior cobertura de coleta de esgoto da história, porém, ritmo do avanço
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Ranking do Saneamento mostrou que Petrópolis atingiu a maior cobertura de coleta de esgoto da história, porém, ritmo do avanço
A iniciativa de concessão do Dmae para o capital privado, entretanto, deverá encontrar resistência em setores do Legislativo municipal.
O investimento de R$ 64 milhões tem recursos da Caixa e do Banrisul, a maior cifra aplicada em saneamento no
Eles residem em 1.113 municípios impedidos de receber recursos federais pela metodologia atual.
Além disso, foram firmadas dez parcerias para a realização e estudos técnicos, ações de capacitação e inovação, além do intercâmbio
A ETE vai tratar o esgoto dos moradores do bairro do Jurunas. Além disso, a Prefeitura também vai fazer as
Prefeitura tranca aprovação de projetos e exige sistema de fossa, inviável para o local, que conta com estação de tratamento,
Na quarta-feira, 5 de abril, das 14h30 às 16h, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) realizará o
Programa prevê desassoreamento, redes coletoras e estações de tratamento de esgoto. Verba virá de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento.
De acordo com o órgão, a operacionalização será passada para a iniciativa privada, por sua maior capacidade de investimento, através
Neste ano, a Organização das Nações Unidas (ONU) alertou que o nosso planeta entrou em um estado de “falência global da água”. Em um cenário de padrões climáticos cada vez mais instáveis, o diagnóstico reforça uma realidade que já se impõe no cotidiano brasileiro.
Na verdade, ocorre exatamente o contrário: o próprio ordenamento jurídico prevê a constituição da SPE. A Lei de PPPs, por exemplo, determina que o parceiro privado constitua uma SPE para implantar e gerir o empreendimento. Ou seja, a suposta “fraude à licitação” é um requisito legal da operação. Na Lei de Concessões, a figura é facultativa e sujeita a uma escolha racional de projeto a projeto.