Por que instalar um Removedor de Lodo na Estação de Tratamento de Água?
O BioWasserTrack, o Removedor de Lodo Submerso da BIOSIS, é uma tecnologia inovadora no setor de saneamento ambiental. Este sistema tem a
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
O BioWasserTrack, o Removedor de Lodo Submerso da BIOSIS, é uma tecnologia inovadora no setor de saneamento ambiental. Este sistema tem a
Uma das diretrizes desta parceria é evitar o descarte irregular de dejetos do esgoto doméstico nas redes de águas pluviais.
Os atuais índices de esgotamento sanitário mostram como a cidade já ganhou com a melhoria dos rios.
Apesar dos diversos avanços obtidos nas últimas décadas, o saneamento básico ainda é uma das áreas mais críticas em relação
No SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento) há dados que impressionam de forma negativa. Conforme os números, 37 municípios apresentam índice
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) desenvolveram um modelo robotizado para automatizar o processo de análise da água após
O Governo do Estado, por meio da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), vem investindo R$ 2,7 milhões, de
Em 2019, o trabalho rendeu à Águas de Manaus o “Prêmio Cases de Sucesso em Água e Saneamento”, do Pacto
A gordura do cozimento de alimentos é apenas um entre os produtos que mais dão problema e trabalho às equipes
A previsão é que o leilão com os interessados ocorra em abril, na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”