Prefeitura de Paranaguá dialoga com Sanepar sobre saneamento básico
Segundo o prefeito Adriano Ramos, a reunião foi um passo importante dentro das tratativas que estão sendo conduzidas pela Administração
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Segundo o prefeito Adriano Ramos, a reunião foi um passo importante dentro das tratativas que estão sendo conduzidas pela Administração
O projeto reúne instituições do Brasil, Índia, China e África do Sul com o objetivo de desenvolver tecnologias sustentáveis e
Os atrasos e desigualdades no acesso ao saneamento básico no Brasil são amplamente conhecidos, mas muitas vezes percebidos apenas por
Na Forza Z, utilizamos uma variedade de tecnologias avançadas para otimizar o tratamento de lodo, garantindo eficiência e sustentabilidade.
O sistema permite monitorar, em tempo real, a captação, o tratamento e a distribuição de água, além da coleta e
Apenas oito dos 100 maiores municípios brasileiros tratam 100% do esgoto. É o que revela o Ranking do Saneamento 2025
A Iguá Sergipe tem ampliado seus investimentos e intensificado o ritmo de execução de obras em 18 municípios. As ações
Os prêmios celebram as conquistas extraordinárias de engenheiros e equipes de projeto no avanço da infraestrutura para uma melhor qualidade
O processo seletivo será composto por oito fases.
O governo do estado de São Paulo, liderado por Tarcísio de Freitas (Republicanos), enfrenta forte reação após a Sabesp despejar
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”