Biogás de resíduos agroindustriais: panorama e perspectivas
A produção de biogás é importante tanto para aproveitamento de resíduos agroindustriais quanto para a substituição dos combustíveis fósseis.
Resíduos sólidos são todos os materiais que resultam das atividades humanas e que muitas vezes podem ser aproveitados tanto para reciclagem como para sua reutilização.
A denominação “resíduo sólido” é usada para nominar o “lixo” sólido e semissólido, proveniente das residências, das indústrias, dos hospitais, do comércio, de serviços de limpeza urbana ou da agricultura
A produção de biogás é importante tanto para aproveitamento de resíduos agroindustriais quanto para a substituição dos combustíveis fósseis.
A surpreendente quantidade de resíduos sólidos depositada cada dia nos lixões poderia ser minimizada se a técnica da compostagem fosse
Assim, este estudo teve como objetivo avaliar a contaminação pelos metais tóxicos e sua relação com a matéria orgânica (MO)
Brasil é o maior produtor de rebanho comercial do mundo, o que o torna um grande gerador de resíduo sólido
O objetivo do presente trabalho foi diagnosticar a percepção ambiental sobre os resíduos sólidos de docentes e discente de uma
O estudo objetiva analisar o manejo de resíduo de cigarro no período de dez anos, considerando métodos para coleta e
A Política Nacional de Resíduos Sólidos introduziu os (PMGIRS) como um de seus instrumentos para gestão de resíduos sólidos.
Os resíduos químicos de laboratório gerados por atividades de pesquisa e nas universidades passaram a ser uma preocupação no Brasil
Dimensionamento de uma usina de compostagem que utiliza lodos de estação de tratamento de esgoto e compostos orgânicos provenientes da
Os poluentes orgânicos persistentes (POPs) são substâncias que têm sido utilizadas para diversos fins, sendo considerado um lixiviado de aterros
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”