Prefeitura autoriza construção de estação de tratamento de esgoto no Colúmbia/MS
A empresa Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto em Campo Grande, planeja a construção da estação de
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A empresa Águas Guariroba, responsável pelos serviços de água e esgoto em Campo Grande, planeja a construção da estação de
Na favela Tavares Bastos, localizada no Catete, um projeto-piloto inovador está ganhando destaque por sua capacidade de tratar esgoto de
A nova unidade, denominada ETE Caldeiras, terá capacidade para tratar 100 litros de esgoto por segundo, ampliando em 70% a
Essa divulgação foi uma pesquisa em colaboração com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre os dados do
Os investimentos da Sanepar em obras de saneamento básico de Curitiba colocam a cidade entre as três capitais do país
A meta é vista como essencial, pois, como afirma Antunes: “saneamento é sinônimo de saúde”. Ambientes saneados são ambientes saudáveis,
As iniciativas, em sete estados, somam R$ 83 bilhões de investimentos, com participação estimada de R$ 29,5 bilhões do BNDES.
Esta avaliação destacou que 15 das 20 cidades mais bem posicionadas em termos de acesso à água, coleta e tratamento
O lodo granular aeróbio é uma inovação na área do tratamento de efluentes, representando uma evolução em relação ao tradicional
As partes também entraram em um consenso sobre os caminhos para se atingir a universalização da cobertura.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”