BIOSIS retorna à FENASAN como patrocinadora e apresenta inovações no tratamento de efluentes
Entre as novidades tecnológicas, estará a versão miniatura do BioWasserTrack – Sistema Removedor de Lodo Submerso para Estações de Tratamento
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Entre as novidades tecnológicas, estará a versão miniatura do BioWasserTrack – Sistema Removedor de Lodo Submerso para Estações de Tratamento
Atualmente, os imunizantes distribuídos pelo Ministério da Saúde protegem contra os três tipos de cepas do vírus Influenza que mais
As etapas normalmente utilizadas possuem o objetivo de remover parte da água do lodo, e consequentemente diminuir o seu volume,
Foram visitadas a ETE Belém e a ETE Atuba-Sul, onde a Sanepar vem constantemente incorporando novas tecnologias em seus processos
Essa é uma forma de preservar os recursos naturais do Estado. Esse volume de tratamento corresponde a aproximadamente 130 litros
As obras incluem cinco estações de tratamento, aumentando a capacidade produtiva de 24 m3 por segundo para 40 m3 /s.
Apesar de ser berço de importantes bacias hidrográficas, o Distrito Federal tem mais de 200 mil pessoas sem acesso à água
Os “robôs inspetores” contam com câmeras de vídeo para monitorar a rede.
São valores investidos pela Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul) em obras significativas que estão em execução
A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) aprovou, na quinta-feira, 15, em definitivo, com 21 votos favoráveis e nenhum contrário, o
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”