Governo do Pará entrega maior Estação de Tratamento de Esgoto da história do estado em Belém
A maior Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já construída no Pará foi entregue oficialmente na quinta-feira (2), em Belém,
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A maior Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) já construída no Pará foi entregue oficialmente na quinta-feira (2), em Belém,
As obras do novo Sistema de Esgotamento Sanitário Terra Preta começaram na sexta-feira (3/10) em Mairiporã, na Grande São Paulo.
Na semana passada, o corpo técnico da BioProj visitou algumas Estações de Tratamento de Esgoto já implantadas e uma em
O Governo do Pará entrega, no início de outubro, a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Una, localizada em Belém.
A ampliação dos índices, que em julho deste ano apontavam 71,77% de cobertura, comprova o esforço contínuo de planejamento e
Garantir água limpa é essencial para a vida, a saúde pública e o desenvolvimento sustentável. No entanto, poucos param para
A Sabesp conectou cerca de 800 mil residências ao sistema de tratamento de esgoto nos últimos 20 meses, beneficiando aproximadamente
O indicador de atendimento com coleta e tratamento de esgoto de Iguatemi salta de 0 para 75%, ainda em 2025,
Balneário Camboriú, Litoral Norte de Santa Catarina, anunciou na segunda-feira (8) um conjunto de obras e ações chamado Praia 100%
A Aegea, maior empresa privada de saneamento do Brasil, inaugurou o AegeaHub em Indaiatuba, São Paulo, um espaço de inovação
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”