Operadoras de saneamento privadas atendem a 15% da população
Um ano após a publicação do novo marco legal do saneamento (Lei 14.026), a presença da iniciativa privada no setor
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Um ano após a publicação do novo marco legal do saneamento (Lei 14.026), a presença da iniciativa privada no setor
De acordo com o relatório apresentado pela autarquia, houve um aumento de 1.233% no total de ligações de esgoto esse
Especialistas do Hospital São Camilo-SP alertam para a importância de manter as medidas preventivas e exames em dia para aumentar
Além deste investimento, U$21,6 milhões de dólares estão previstos para o saneamento básico do município, permitindo assim a Prefeitura revitalizar
A meta é, de acordo com o governo, garantir que, até 2033, 99% da população brasileira tenha acesso à água
A Atem Distribuidora de Petróleo S.A. hoje é uma referência de sucesso na região Norte do país. Mesmo com um
O Piauí aderiu ao novo marco regulatório do saneamento básico do país.
Na prática, a intenção da norma legal é proporcionar a todos os municípios de Pernambuco, o acesso ao esgotamento sanitário.
Pedro Maranhão, secretário nacional de Saneamento do MDR, reforça o impacto positivo do investimento de recursos federais no setor.
A proposta sobre a privatização autoriza o Estado a alterar a composição social da Corsan e estabelece o formato pelos
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”