Governo de MT apresenta programa de saneamento básico aos municípios
Programa foi criado a partir do novo Marco Legal do Saneamento que prevê a universalização dos serviços de água e
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Programa foi criado a partir do novo Marco Legal do Saneamento que prevê a universalização dos serviços de água e
Segundo o representante do MDR, a cada R$ 1 investido em saneamento, economiza-se R$ 4 reais no sistema de saúde.
A proposta busca promover a universalização do saneamento básico em Minas Gerais, conforme determina a legislação federal.
Muitas vezes, o sistema hidráulico só recebe atenção diante de imprevistos. Luana Passos, sócia-fundadora da Desentupidora Eminente, alerta sobre a
Não raramente, as redes de esgoto precisam passar por operações de ampliação ou manutenção, a fim de melhorar os sistemas
Economia em saúde é estimada em quatro vezes mais do que valor investido em saneamento básico.
Pelo quarto ano consecutivo, a cidade foi considerada a melhor em saneamento do Estado do Rio de Janeiro e subiu
Para além dos grandes leilões estaduais de saneamento, o mercado de água e esgoto tem dezenas de projetos municipais em
O Serviço Municipal de Água, Saneamento Básico e Infraestrutura de Itajaí (Semasa) prepara o maior programa de obras e ações
O prefeito Adilton Sachetti (sem partido) disse que os recursos são do FGTS e somente foram captados porque as finanças
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”