Com investimento de R$ 10,4 milhões, Sanesul anuncia ampliação da rede de esgoto em Dourados
A assinatura da ordem de serviço marca mais uma etapa do planejamento estratégico da empresa e do Governo do Estado
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A assinatura da ordem de serviço marca mais uma etapa do planejamento estratégico da empresa e do Governo do Estado
Ambiental Paraná Esgoto Sanitário A Ambiental Paraná, empresa da Aegea Saneamento e líder no setor privado de saneamento básico no
Apenas 20% do esgoto é tratado no Rio Grande do Sul. E 13% da população sequer tem água canalizada. Essa
O programa beneficiou 132 agricultores de 59 municípios paranaenses, totalizando 3.350 hectares de área aplicada.
As intervenções, iniciadas em dezembro de 2024, foram concluídas no fim do mês de janeiro e beneficiaram os cerca de
O tratamento adequado do esgoto reduz a incidência de doenças, preserva o meio ambiente e impulsiona o desenvolvimento social e
A BRK Ambiental se articula para contratar um financiamento milionário com a Caixa Econômica Federal, no valor de R$ 293
A obra na Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Una, na capital, que beneficiará cerca de 90 mil paraenses,
Outros R$ 700 milhões deverão ser investidos na modernização das estações de tratamento de água. Uma das metas é reduzir
A PDAD apura dados de atendimento por rede, além de soluções alternativas, como poços e fossas. A pesquisa, cujos resultados
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”