Aegea investe na ampliação de saneamento no Norte do país
Companhia aumenta presença na região, com R$ 18 bilhões em investimentos no Pará, e foca em fornecer um serviço de
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Companhia aumenta presença na região, com R$ 18 bilhões em investimentos no Pará, e foca em fornecer um serviço de
BTG Pactual, Itaú BBA e Morgan Stanley são coordenadores da oferta, que deverá ser realizada em fevereiro, afirmaram fontes.
A Sabesp inicia uma nova rodada de comunicação para cerca de 350 mil clientes que possuem rede coletora de esgoto
Município quer suspender trecho de resolução da Arsae e pede que Copasa e Copanor deixem de cobrar taxa referente ao
Região de maior vulnerabilidade do estado será integrada à unidade regional mais rentável, possibilitando subsídio cruzado.
A Sanepar iniciou em Foz do Iguaçu, no Oeste do Estado, um projeto de monitoramento remoto para identificar os níveis
Recursos garantem aceleração dos investimentos para desenvolvimento sustentável do Pantanal.
Pioneira no Nordeste, Maceió agora conta com uma tecnologia revolucionária.
O projeto de privatização da companhia de saneamento de Minas Gerais, Copasa, foi aprovado pela assembleia legislativa do estado em
Moradores do Dique da Vila Gilda, na Zona Noroeste de Santos, no litoral de São Paulo, terão acesso à água
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”