Sanesul investe R$ 5,2 milhões na ampliação da rede de esgoto em Camapuã
O Governo do Estado, por meio da Sanesul, acaba de liberar mais obras de saneamento para o município de Camapuã.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
O Governo do Estado, por meio da Sanesul, acaba de liberar mais obras de saneamento para o município de Camapuã.
A construção da nova elevatória (estação de bombeamento) vai garantir a universalização da coleta e do tratamento de esgoto produzido
No encontro, realizado na manhã da quarta-feira (13), também foi tratado sobre os investimentos atuais, projetos futuros, e questões relativas
Acesso à água e esgoto em Pernambuco Por: Adriana Guarda Em Santa Cruz da Baixa Verde, município localizado no Sertão
Campanha reuniu adesão de pelo menos 700 pessoas em consulta pública lançada pela prefeitura para ouvir opiniões sobre o projeto.
Concessão Esgoto em Bauru A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), instituição ligada à Universidade de São Paulo (USP), entregou
A Agência receberá as contribuições da sociedade para a Consulta Pública nº 05/2023 até as 18h do dia 19 de
Nove obras de saneamento concluídas a partir de 2021 beneficiaram diretamente mais de 150 mil pessoas.
Um dos maiores desafios do saneamento no País é universalizar o serviço de esgotamento sanitário. Aqui em Manaus, a cobertura
O sistema de esgotamento sanitário beneficia diretamente mais de 12.300 pessoas.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”