Atraso em obras públicas prorroga concessão de esgoto até 2033 em Ribeirão Preto
A empresa é subsidiária da GS Inima Environment, controlada pela GS E&C, conglomerado da Coréia do Sul.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A empresa é subsidiária da GS Inima Environment, controlada pela GS E&C, conglomerado da Coréia do Sul.
O evento será realizado no dia 26 de janeiro, às 18h30 e será exibido ao vivo no canal da FGV
A marca é significativa considerando o volume diário de 55 milhões de litros de efluente coletado e tratado.
Proposta está no pacote de saneamento e mobilidade lançado pelo prefeito Topázio Neto; projeto de lei será enviado à Câmara.
O conjunto de ampliação e reforma receberá um investimento de R$ 72,6 milhões e o prazo de execução previsto é
A estimativa é aumentar entre 3 e 5% o percentual de esgoto tratado no município.
A Tubarão Saneamento, empresa responsável pelo serviço no município, explica que investimentos recentes resultaram na aplicação de obras.
As condições sobre a participação estavam previstas no regulamento previamente divulgado.
A Prefeitura de Nioaque compartilhou na segunda-feira (16) imagens sobre o início da nova Estação de Tratamento de Esgoto.
A Iguá – concessionária de saneamento básico que atende 18 bairros da Zona Oeste do Rio – adotou um método
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”