Saneamento e o marco legal: em que pé estamos, Brasil?
O Marco Legal do Saneamento vem cumprindo papel essencial na ampliação dos investimentos e da criação de empregos no setor.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
O Marco Legal do Saneamento vem cumprindo papel essencial na ampliação dos investimentos e da criação de empregos no setor.
Líder nacional em investimentos per capita em água e esgoto. Essa é Cuiabá (MT), segundo o Ranking do Saneamento 2022,
A Prefeitura de Brusque realizou uma reunião para debater os estudos de três empresas sobre o tratamento de esgoto sanitário
O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), entregou, na quinta-feira (2), a Estação de Tratamento de
Atualmente, a Atibaia Saneamento atende o município com duas grandes ETEs, nos bairros Estoril e Caetetuba, fim de elevar os
Para o prefeito de Araras, Pedrinho Eliseu, a obtenção dos 100% do tratamento, faz Araras se destacar ainda mais na
Consolidar a universalização do Saneamento Básico em Mato Grosso.
Ele assegurou que os serviços prestados para garantir o saneamento e o fornecimento de água nos municípios da Paraíba cumpriu
Para entender o escopo de atuação da BRK no saneamento em Maceió, primeiro é importante saber que a Companhia de
Foi inaugurada neste domingo (5) a ETE Engenheiro Rosalvo Rodrigues dos Santos Júnior, nova estação de tratamento de esgoto da
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”