Governo Federal libera R$ 821,6 mil em saneamento básico para municípios de GO, RJ, PA e PR
Com o aporte federal, Belford Roxo (RJ), Luziânia (GO) e Curitiba (PR), poderão dar continuidade às obras já iniciadas e
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Com o aporte federal, Belford Roxo (RJ), Luziânia (GO) e Curitiba (PR), poderão dar continuidade às obras já iniciadas e
Plano de investimentos da Prolagos prevê implantação de rede separativa de esgoto, cinturão coletor no entorno do Rio Salgado e
Foi realizada nesta quinta-feira (05), no Auditório da Prefeitura de Chapecó, uma audiência pública sobre o Plano Municipal de Saneamento.
A Associação Brasileira das Empresas Estaduais de Saneamento (Aesbe) elegeu o presidente da Companhia de Água e Esgoto do Ceará
Recursos serão utilizados em obras de manejo de águas pluviais, saneamento integrado e abastecimento de água na Bahia, Paraná, Rio
Rondônia pode deixar de ganhar cerca de R$ 3 bilhões em benefícios sociais nos próximos 30 anos se não universalizar
Encontro online, promovido pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, discute universalização e futuro do acompanhamento de serviços de água
As operadoras privadas de serviços de saneamento devem atender, direta ou indiretamente, ao menos 40% da população brasileira até 2030.
Adasa adere ao Projeto Acertar, método que visa à avaliação precisa de dados fornecidos por empresas prestadoras de serviços públicos.
A aeração por ar difuso, substituindo tecnologias menos eficientes, bem como os aeradores superficiais, pode proporcionar economia de até 50%
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”