Copasa realiza obra para substituição de interceptor de esgoto na Pampulha
As obras visam maior proteção ao sistema e renovação da tubulação, construída há mais de 30 anos, de forma evitar
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
As obras visam maior proteção ao sistema e renovação da tubulação, construída há mais de 30 anos, de forma evitar
Imóveis da região da Rua Santo Stanislau até Tomas Koproski, assim como da saída para Linha Pratinha também receberão a
Com a meta de alcançar a universalização do esgotamento sanitário em conformidade com as exigências do novo marco legal do
No Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), conheça detalhes sobre a tecnologia pioneira no Brasil, já implementada na Rio+Saneamento, para
A nova unidade, construída e equipada com o que há de mais moderno em tecnologia, tem capacidade para tratar 2,5
A premiação da 8ª edição do Prêmio ‘Cases de Sucesso’ ocorreu nesta semana, em São Paulo. O prêmio reconhece os
A situação foi detectada pela BRK Ambiental, empresa que trata o esgoto no município e que identificou excesso de efluentes
A constatação é do Instituto Trata Brasil ao divulgar um levantamento que mostra que apenas 52,2% do gerado — volume
Em comemoração ao 7 anos de serviços prestados ao município, a BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgotamento sanitário de
Em funcionamento desde o dia 27 de março, o novo equipamento vai beneficiar diretamente cerca de 25 mil moradores com
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”