No Brasil, 85,7% dos municípios têm coleta de esgoto
Os dados estão nos Diagnósticos Temáticos sobre a Prestação dos Serviços de Saneamento Básico no país, apresentados na terça-feira (13)
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Os dados estão nos Diagnósticos Temáticos sobre a Prestação dos Serviços de Saneamento Básico no país, apresentados na terça-feira (13)
Sancionada em Diário Oficial do Estado na quinta-feira (15), lei regula a instituição de Unidades Regionais de Saneamento Básico em Mato
A maior parcela de recursos será destinada para a área de esgotamento sanitário, com R$ 6,5 bilhões.
Mauá celebra na quinta-feira, 08 de dezembro, 68 anos de história, e a evolução nos indicadores de esgoto tem colocado
A matéria precisa passar por mais uma fase de discussão e votação em Plenário, antes de poder seguir para a
Para que Minas Gerais consiga universalizar os serviços de saneamento básico para toda a população, será necessário investir R$ 91,8
O workshop de saneamento rural, realizado em parceria com a Funasa e Assomasul, tem o apoio do Tribunal de Contas.
O mundo já é habitado por mais de 8 bilhões de pessoas. Segundo o site de estatística Worldometer, a marca foi
Montes Claros (onde o estudo já começou, Belo Horizonte e Paracatu também foram municípios contemplados.
Porém, a Cedae promete que esse é um problema do passado. Segundo a empresa responsável pela produção de água para
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”