Águas de Manaus quer investir R$ 1 bi em saneamento até 2025
Principal objetivo é passar o tratamento de esgoto na capital amazonense dos atuais 26% para 45% nesse período.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
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B&F Dias lança solução inovadora – A B&F Dias, líder em sistemas de aeração por ar difuso na América Latina,
Número representa quase o dobro de Santa Catarina, onde 26,1% das casas possuem sistema de coleta.
Os módulos DuPont™ OxyMem™ MABR foram instalados na planta para tratar a capacidade adicional do processo e garantir que a
O levantamento foi feito pela consultoria FT Economics, a partir de cruzamento dos dados do segmento, entre eles da Agência
Ratinho Junior ressaltou que a obra amplia os índices de saneamento do Paraná, que está entre os estados com os
A Águas de Joinville está preparando a contratação da Fipe para a preparação da primeira PPP do saneamento básico em
No caso da Copasa, já em 2021, a companhia atingiu a marca de 99,4% dos imóveis em sua área de
Concessionária dos serviços de água e esgoto em Nova Iguaçu, a Águas do Rio irá instalar um novo coletor de
Alçada a princípio fundamental do setor, a inovação tecnológica abre grandes oportunidades para o desenvolvimento do saneamento básico no Brasil.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”