Com PPP, MS tem meta de atingir universalização do saneamento em dez anos
A universalização do esgoto estabelecida pelo marco legal tem o intuito de reduzir a mortalidade infantil e melhoras os índices
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A universalização do esgoto estabelecida pelo marco legal tem o intuito de reduzir a mortalidade infantil e melhoras os índices
Sanção do novo marco legal também permitiu o ingresso de investimentos privados no setor.
O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), liberou mais de R$ 6 milhões para obras de
No Brasil, a falta de saneamento básico sobrecarregou o sistema de saúde com 273.403 internações por doenças de veiculação hídrica
BRK Ambiental elevou de 72% para 93% o índice de coleta e afastamento de esgoto.
A concessão, por 25 anos, prevê R$ 477 milhões em investimentos em obras, além de uma taxa de outorga mínima
Em Pradópolis, para as obras na ETE, realizadas pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) e pela Prefeitura, o
Na sessão plenária desta quinta-feira (30/9) da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), os deputados aprovaram Projeto de Lei
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) publicou o Edital de Chamamento 003/2021 que trata do
O projeto 008/2021 foi relatado por Adelmo Soares, que emitiu parecer favorável, aprovado pelos demais parlamentares.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”