ANA recebe sugestões da sociedade para padronizar contratos de saneamento com metas de universalização
Em 2 de setembro a ANA realizou audiência pública para receber sugestões da sociedade quanto aos principais aspectos dos contratos
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Em 2 de setembro a ANA realizou audiência pública para receber sugestões da sociedade quanto aos principais aspectos dos contratos
Especialistas apontam que enfraquecimento da política de benefícios tributários pode prejudicar o desenvolvimento do Norte e Nordeste.
No Brasil, diariamente, mares, rios e lagos sofrem com o despejo irregular de esgoto. Dados do SNIS 2019 apontam que
Uma a cada quatro residências da capital paranaense está com a ligação de esgoto irregular.
A Sabesp entregou nesta quarta (22) à população de Santo André mais três córregos despoluídos graças às obras de ampliação do serviço
O esgoto é o mais emblemático rejeito da cultura humana. Ironicamente, as letras que iniciam o termo concentram os pilares
Olhando para o sucesso da concessão de parte dos serviços de água e esgoto atualmente prestados pela estatal Cedae, o
Dívida da Copasa com Betim se arrastava na Justiça; termo assinado garantirá recebimentos dos recursos via obras e investimentos que
Estado vai realizar a doação de um terreno ao município para que a concessionária construa uma Estação de Tratamento de
Objetivo do encontro é traçar metas iniciais para melhorar a rede de saneamento da cidade.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”