Prefeitura assumirá serviço de tratamento de água e esgoto em Paranavaí/PR
A ideia, segundo o prefeito KIQ, é assumir o serviço a partir de 2022. O contrato da Sanepar, que venceu
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
A ideia, segundo o prefeito KIQ, é assumir o serviço a partir de 2022. O contrato da Sanepar, que venceu
Embaixador de Portugal no Brasil cumpriu agenda no Rio Grande do Sul na quinta-feira (08).
Aplicação de recursos do FGTS permitirá que o município sul-mato-grossense atinja 50% de cobertura de esgotamento sanitário.
Atualmente, a empresa atende 345 municípios no Paraná, além de Porto União em Santa Catarina.
Recursos serão utilizados para implantação de sistemas de tratamento de esgoto e beneficiará cerca de 420 mil habitantes.
A melhoria dos serviços de saneamento prestados está entre os assuntos abordados na Agenda Regulatória da Arbel.
Oficina on-line tratou da Bacia Hidrográfica do Guaíba.
Plano da MS Pantanal para universalização foi apresentado à agência reguladora, em reunião com diretores da nova empresa e área
A GOAL, em parceria com o Freetown City Council (FCC) e com o suporte técnico da Water-Share Ireland, concluiu o
Essa notícia vai interessar a muitas empresas que estão de olho no mercado da infraestrutura brasileira. Imagem Ilustrativa O ministro
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”