Aegea Saneamento vence blocos 1 e 4 no leilão da CEDAE no Rio de Janeiro
Companhia será a nova responsável pelo saneamento básico em 26 cidades do estado e das regiões Sul, Norte e Centro
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Companhia será a nova responsável pelo saneamento básico em 26 cidades do estado e das regiões Sul, Norte e Centro
A licitação previa concessões de 35 anos para garantir serviços de água potável e esgoto para quase 13 milhões de
Os recursos serão voltados aos sistemas de abastecimento e produção de água e de coleta e tratamento de esgoto nesses
A alternativa encontrada pela refinaria para evitar acidentes ambientais e retomar a produção de alumina a um ritmo normal foi
Há grande dificuldade em levar abastecimento público, bem como tratamento de esgoto em núcleos habitacionais de baixa renda quando de
Cerca de R$ 2,6 milhões foram investidos no projeto.
Durante seu discurso, o prefeito explicou a importância do acesso a saneamento básico. “O gasto com saneamento básico significa investir
A CASAN e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) prorrogaram o Programa de Saneamento Ambiental de Cidades de Médio Porte
Durante seu discurso, o prefeito explicou a importância do acesso a saneamento básico. “O gasto com saneamento básico significa investir
O Consórcio Pró-Sinos publicou, nesta segunda-feira (19), em seu site e nos portais da FAMURS e do Banrisul, o edital
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”