Saneamento: Rio de Janeiro não pode esperar
Rio de Janeiro não pode esperar para ter os ganhos sociais, econômicos e ambientais decorrentes da universalização com qualidade os
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Rio de Janeiro não pode esperar para ter os ganhos sociais, econômicos e ambientais decorrentes da universalização com qualidade os
Contrato prevê universalização do saneamento básico em Mato Grosso do Sul.
O montante foi captado por meio de debêntures, um tipo de título de crédito, e deve ser investido em execução
As apresentações foram mediadas por Sérgio Ayrimoraes, superintendente de Planejamento de Recursos Hídricos da ANA, e contou com a presença
A Prefeitura de Maceió, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra), começou a realizar diversas obras de esgotamento sanitário em
A partir desta sexta-feira (16), Curitiba fará parte de um estudo de monitoramento da presença do novo coronavírus em amostras
Em 160 anos, município nunca teve esgoto sanitário coletado e tratado.
Diante do exposto, o objetivo do presente trabalho foi avaliar a redução da ecotoxicidade e fitotoxicidade em um sistema composto
A energia solar é gerada por meio da incidência de luz natural em placas com células de silício.
Após estudos, o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB) foi concluído e aprovado pela Câmara de Vereadores.
Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”