Paraty/RJ terá 1ª estação de tratamento de esgoto na área urbana da cidade
Ao término das obras, a expectativa é de que de 45% da população de Paraty tenha acesso a esgoto tratado.
Após o consumo em atividades domésticas, a água incorpora impurezas de diversas naturezas, muitas delas nocivas ao ser humano e ao ambiente, caracterizando o que é conhecido como esgoto sanitário.
Um sistema de esgotamento sanitário pode ser entendido como conjunto de infraestruturas, equipamentos e serviços, nesse caso, com o objetivo de coletar e tratar os esgotos domésticos e com isso evitar a proliferação de doenças e a poluição de corpos hídricos após seu lançamento na natureza.
Ao término das obras, a expectativa é de que de 45% da população de Paraty tenha acesso a esgoto tratado.
Hoje, Jundiaí é referência quando o assunto é a prestação de serviços de saneamento com qualidade e segurança.
A Prefeitura de Caldas Novas, através do Departamento Municipal de Água e Esgoto (Demae), iniciou três importantes obras de saneamento
Esse é o valor previsto de outorga. A quantia é desembolsada pela vencedora para ter o direito de exploração do
A estação vai beneficiar inicialmente os bairros da Liberdade, Camboa, Fé em Deus, Ivar Saldanha, Alemanha, Caratatiua, Monte Castelo, Jordoa,
No encontro, que reuniu prefeitos e autoridades da região, o governador Jorginho Mello comentou os desafios do início de gestão
O projeto é uma Parceria Público-Privada (PPP) firmada entre a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e a
MBBR é a sigla para Moving Bed Biofilm Reactor, ou seja, Reator de Biofilme em Leito Móvel. Trata-se de uma
Serviços incluem a execução de obras de abastecimento de água tratada e esgotamento sanitário em 36 municípios.
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Apesar dos graves problemas provocados pelas grandes enchentes e pela escassez crescente de água em vários lugares do planeta, muitos ainda encaram a disponibilidade de recursos hídricos apenas como um reflexo das mudanças climáticas. Especialistas e gestores frequentemente interpretam secas, enchentes e eventos extremos como sintomas dessa pauta. Esse tipo de análise, no entanto, limita a compreensão do problema.
Por que a segurança hídrica depende mais de decisões estruturais do que da chuva. Uma declaração recente do diretor regional da Sabesp, Marco Barros, reacendeu um debate essencial sobre segurança hídrica: “Nós não fabricamos a água, a gente trata a água”